domingo, 18 de setembro de 2016

Vem ai Maragojipe em Adoração 2016


Coqueiros recebe a Prefeita Vera de braços abertos no Grande Comício da Vitoria é 22







O Distrito de Coqueiros nos recebeu ontem (17/09) com grande alegria. Centenas de pessoas tomaram a praça para ver o que já fizemos e ouvir nossas propostas para fazer ainda mais por Maragojipe.
A reforma e ampliação da Escola Fernando Presídio, a reforma da escola Santa Rita, a requalificação do Posto de Saúde da Família e a implantação da Torre de Telefonia Móvel e o núcleo local do Grupo da Melhor Idade, foram apenas algumas das realizações citadas nesses 3 anos e 10 meses somente em Coqueiros.
Meus agradecimentos a todos os moradores do Distrito e a todos que participaram de mais um encontro, onde mostramos que juntos podemos fazer muito mais pelo nosso Município.






quarta-feira, 7 de setembro de 2016

2º Pré Congresso de Missões


HOJE 07 de Setembro a cidade vai parar! Grande Passeata e Carreata

Hoje Passeata da Vitoria!!! É a Onda Azul!!!
Vamos refletir um pouco! hoje é 07 de setembro dia da Independência do nosso País; portanto vamos garantir que nossa Maragojipe tenha Independência em todos os sentidos, sem depender de Cidades vizinhas para atender nosso povo; vamos para as ruas dar continuidade a uma gestão pautada na responsabilidade e voltada para o engrandecimento da nossa terra; vamos continuar conquistando a cada dia nossa Independeria até que ela seja plena; Vista-se de verde e amarelo, de azul e branco, e vamos todos para as ruas da nossa cidade; Vote Vera para Prefeita 22 e Vote Romario para vereador 20111; Vamos Juntos!!!




terça-feira, 30 de agosto de 2016

Precisando de Som, Palco, Iluminação e Trio Elétrico é com a Seixas Produções


Vem ai O Clama Ceasa 2016


30º Aniversário do Grupo das Senhoras da Igreja Assembleia de Deus De Nagé


A Cantora Adriana estará participando do programa universo gospel do SBT Bahia nessa Quarta-feira


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Pesquisa mostra que 56% dos jogadores de Bahia e Vitória são evangélicos; Nenhum é umbandista



O futebol no Brasil, cada vez mais, é disputado por atletas que mantém fortes vínculos com a religião, expressando sua fé nas comemorações de gols, conquistas de fases em competições e títulos.
O jornal Correio, da Bahia, fez um levantamento entre os jogadores do Bahia e do Vitória, os principais clubes do estado e maiores rivais da região, e descobriu que a maioria são evangélicos.
Do grupo entrevistado, 100% disse acreditar em Deus e 98,4% atribuem a Ele seu sucesso na profissão: “No futebol a fé está sempre presente, não tem como separar as duas coisas. É como um combustível que ajuda a passar por toda dificuldade e cobrança. Ter a certeza que Deus está junto é não se sentir sozinho”, disse Pedro Ken, 28 anos, espírita e jogador do Vitória.O levantamento ouviu 64 jogadores, e 56,2% se definiram como evangélicos; 29,7% são católicos; 1,6% adventista; 1,6% espírita; e 10,9% sem religião.
Para o goleiro Fernando Miguel, 30 anos, evangélico, jogar em um grande clube como o Vitória exige muito de um atleta, e a fé ajuda a superar dificuldades: “É muita pressão que envolve a carreira de um jogador. Você é julgado a todo momento, a responsabilidade é grande. Na hora que as coisas acontecem, a gente não tem dúvida que teve também a ajuda de Deus”.
Para o pesquisador Clodoaldo Leme, mestre em Ciências da Religião e doutor em Psicologia Social, a fé tem um espaço considerável na vida dos jogadores porque a profissão é muito instável, e a ascensão, difícil: “Para chegar ao futebol profissional, ele tem que abrir mão de tudo e viver sob pressão da família, do técnico, da torcida. Nesse risco permanente, a religião acaba sendo uma ferramenta para canalizar as energias […] Quanto maior o risco envolvido, maior a abertura para manifestação religiosa”.
Uma demonstração do argumento de Leme é a história de Ávine, 27 anos, lateral-esquerdo do Bahia. Ele sofreu uma lesão gravíssima no joelho em 2012, e decidiu aceitar a Jesus Cristo. Após quase três anos de recuperação, voltou a jogar em julho.
“Minha vida profissional mudou. Hoje eu sou um cara centrado, não vou mais pra balada, não bebo”, diz o atleta, que foi desenganado pelos médicos: “Creio que se não estivesse no caminho que estou, já tinha largado [o futebol]. A medicina dizia que não tinha mais jeito, mas busquei força em Deus e nunca tive dúvida de que um dia voltaria”, contou.
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sábado, 2 de julho de 2016

Deputado baiano propõe novo imposto para o trabalhador: a contribuição negocial





De maneira quase despercebida, o deputado federal baiano Bebeto Galvão (PSB), presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada e Montagem Industrial do Estado da Bahia (Sintepav), apresentou seu relatório na comissão especial para tratar de propostas com relação ao financiamento da atividade sindical e sugeriu a criação de um novo imposto para o trabalhador. 

O relatório está previsto para ser colocado em votação no colegiado da Câmada dos Deputados no próximo dia 5. Segundo o relatório apresentado, uma das sugestões é a criação da contribuição negocial em paralelo à já existente contribuição sindical. Durante o processo de discussão na comissão, a única entidade com posicionamento divergente em relação ao modo de criação foi o Ministério Público do Trabalho, que crê ser possível uma substituição gradual da contribuição sindical pela negocial, sem prejuízos para o funcionamento dos sindicatos. "O que presenciamos ao longo dos debates é que o movimento sindical não comunga da mesma percepção. O modelo sugerido prevê o desconto da contribuição negocial de todos os trabalhadores e de representados de categorias econômicas, para o financiamento da negociação coletiva e outras atividades sindicais", explicou Galvão.

De acordo com a proposta, o valor da contribuição é fixado pela categoria de forma autônoma e não deve exceder o montante equivalente a 1% da remuneração bruta anual do trabalhador em atividade ou até três vezes o valor cobrado como contribuição sindical patronal, bem como não ser
cobrado no mês do desconto da contribuição sindical. 

No relatório, o parlamentar justifica a proposta de criação do novo imposto. "Há um clamor, em toda a sociedade brasileira, por organizações confiáveis e democráticas. Neste sentido, a estrutura sindical precisa caminhar. Precisamos rediscutir o modelo sindical, objetivando proporcionar maior transparência, fiscalização, controle, democratização de processos eleitorais, definição de parâmetros máximos para duração de mandatos, dentre outras questões. Contudo, nesta seara, as contribuições foram tímidas. Reconhecemos como decisivo criar mecanismos para fortalecer a ação sindical e isto envolve, necessariamente, a questão do financiamento. No escutar das vozes representativas dos trabalhadores e empregadores, percebemos claramente que não há segurança de que a substituição da contribuição sindical por outra fonte seja indicada, suficiente ou, até mesmo, recomendável para produzir um sindicalismo mais atuante e transparente", argumentou o socialista.
 
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